#VocêTemUmaMenteMilionária

HQs e eu - PRIMEIRA PARTE

10 de janeiro de 2013


Preparados para uma nova experiência em leitura?

Olá leitores do blog “Filme, Livros & Séries”, meu nome é Vinicius Silva, tenho 19 anos e estarei aqui todas as quintas para mostrar esse maravilhoso mundo das “revistinhas” que fazem um grande sucesso no mundo e já na história do entretenimento.

Primeiramente queria agradecer ao convite da minha amiga Vivi (Viviane) por ter me convidado a participar dessa expansão do seu blog. Será muito gratificante escrever para vocês e trazer qualquer tipo de conteúdo relacionado à HQ, quadrinhos, revistinhas, gibis ou qualquer outro nome que você conheça.

Para começarmos bem estarei fazendo uma espécie de introdução a esse novo tipo de leitura; revisando e explicando, se baseando em alguns dos meus argumentos e opiniões próprias (e também de terceiros) a todos vocês leitores do blog que não estão familiarizados e – calma – para os que também estão. Essa introdução será feita em duas partes.

Antes de tudo gostaria de deixar claro uma coisa:

EU AMO QUADRINHOS!

Seria um pouco clichê e errado de minha parte começar dizendo “ah, eu adoro quadrinhos desde que eu me entenda por gente...”

Na verdade não.

A minha história com os quadrinhos e relacionamento é bem mais antiga que a relação que eu tenho até mesmo com livros. Sim, sim... Fui apresentado primeiro a essas revistinhas especiais e bizarras do que aos livros – eu também sou um amante da literatura, como vocês, e um ótimo leitor voraz (se é que isso seja uma coisa boa).

Lembro-me da primeira vez que peguei um quadrinho na mão. Eu morava a 30 passos da banca de jornal mais próxima. Meu pai me levou lá e como qualquer criança que adora mexer e descobrir coisas novas, ainda mais pelo fato de tudo naquela “sessão de gibis” serem extremamente colorida, eu me agachei e peguei a revista do Spawn número 11. 


Fiz o meu pai comprar na hora!

Spawn conta  a história de um ex-policial que morreu e foi enviado para o inferno, lá ela ganha vários poderes de um demônio e depois volta para combater na terra outros monstros e bandidos. Existe até um filme do Spawn.


Bom, daí para frente eu descobri um mundo novo, um lugar que a minha imaginação fluía e viajava de um jeito inexplicável. Imagina uma criança nos seus 4-5 anos com desejos de ser um Power Ranger para salvar o mundo das pessoas más e o Bobby da Caverna do Dragão. Consegue imaginar? Eu ainda tive a oportunidade de ler alguns quadrinhos do Spawn, mas não na sua respectiva ordem cronológica. Até porque eu era apenas uma criança com pouca idade e novata naquele assunto. Mas naquele momento isso não tinha importância. Às vezes eu só queria saber de ver os lindos desenhos e às vezes eu até tentava ler algo. Ou a minha mãe estava ali para tentar me ajudava a ler. Como uma criança que eu fui educada nos modos de uma figura materna quase professora de português eu tive grandes referências e uma boa educação e vivia dentro de casa ligado no canal da velha TV MANCHETE e outras legais – a referência da televisão nessa parte da minha vida foi muito importante.

Eu era do tipo “criança quieta” que mais tarde se transformaria no menino nerd. Mas não o nerd que você deve conhecer atualmente. É o nerd que era muito “zoado” na infância. E até hoje! Mas foi tudo bem, eu nunca tive um problema sério em relação a isso e não me incomodava muito... Até porque eu era um Power Ranger, certo?

Pouco tempo depois e ainda frequentando as bancas de jornal, meu pai apareceu em casa carregando aquilo que seria o maior acompanhamento da minha vida e o que eu acompanho até hoje:

O UNIVERSO MARVEL



Era “A Teia do Aranha nº 025 - Na Mira do Justiceiro”. Eu já conhecia um pouco desse universo da Marvel pelos desenhos que acompanhava na televisão, mas nunca tinha conhecido o lugar que esses incríveis personagens eram publicados. Disso eu tirei os dois maiores heróis que eu guardo com muito carinho até hoje, o sanguinário ex-agente de uma força especial americana e punidor dos maus, Frank Castle, O Justiceiro e o piadista, jovem e gênio, o seu amigo Homem Aranha. Confesso que hoje não acompanho mais o atual Aranha por alguns problemas e crises de ideias que ocorreram na Marvel alguns anos atrás - explicarei isso em outro momento.

E desde daquele momento eu continuo a acompanhar, comprar e a ler quadrinhos.

Semana que vem na quinta feira, ou melhor, toda quinta feira, eu continuarei a explicar dando uma introdução mais séria e abordando nomes, personagens, editoras, alguns momentos e o quanto é importante os quadrinhos atualmente.

Uma vez na escola uma garota me perguntou “como eu conseguia me interessar por essas revistinhas chatas com desenhos” e eu simplesmente respondi:

É inexplicável!

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