#VocêTemUmaMenteMilionária

A Viciada em Bienal: Dia #1(2)

24 de agosto de 2014


Oi Gente, ontem foi meu primeiro dia de Bienal do Livro (YAY!). Mas vocês devem estar pensando "Mas Vivi, porque então o post se chama A Viciada em Bienal se você perdeu o primeiro dia de feira?", devo dizer que foi por motivos de força maior, afinal o dever tem que estar em primeiro lugar, e no meu caso sexta-feira trabalhei até as 22 horas, portanto, nada de Bienal do Livro para mim nesse dia, mas sem problemas, fui recompensada com um delicioso jantar com os amigos, Laila (Sobre Livros) e Schulai (O Vale dos Anjos).

Esse primeiro dia de feira, para a pessoa que vos escreve, foi bastante especial, pois pela primeira vez estive com a equipe do Filmes, livros & séries, afinal antes não existia equipe (risos).

Chegar no pavilhão do Anhembi foi uma tarefa nível Missão Impossível, nunca vi uma Bienal tão cheia em seu final de semana de estreia. Mas também não era para menos, todas as principais atrações ficaram concentradas no mesmo dia (quem teve essa brilhante ideia?), era fã de Cassandra Clare de um lado Kiera Cass, Harlan Coben, Paula Pimenta, Maurício de Souza, e mais uma galera que sinceramente nem perdi gastei meu tempo em ir atrás. Foi simplesmente insano.

A CBL que me desculpe, mas a Faga manda muito melhor no quesito de organizar uma Bienal do Livro, porque ontem estava realmente uma bagunça. Para entrar foi quase uma arena de gladiadores, somente os mais fortes conseguiam sobreviver e entrar no pavilhão, não tinha sinalização correta, separação de filas, nada para ajudar naquele mar de gente, mas depois de muito com licenças e por favores consegui entrar e conferir o primeiro evento do dia, que felizmente foi adiado por 1 hora (justamente por conta da enorme dificuldade de se chegar no pavilhão). E começamos agradavelmente o dia no Encontro de Blogueiros da Editora Intrínseca (quem me conhece sabe que sou apaixonada por essa editora de forma assumida, tanto que é a única editora parceira que faço questão de ainda manter, e não é para menos), fomos agraciados com uma surpresa incrível, o escritor Hugh Howey esteve lá para nos receber e nos conceder um bate papo super gostoso.
 
Infelizmente não estava com meu exemplar (que estou levando hoje), mas a Editora Intrínseca nos presenteou com um kit super fofo e nele uma camiseta de SILO que fui correndo autografar.

Terminado o evento não nos restava outra coisa a não ser sair em busca de abrigo de pessoas, afinal estava humanamente impossível tentar visitar qualquer stand ou mesmo conseguir algum autógrafo (eu pelo menos não tenho paciência, idade e saúde para isso). Além de o pavilhão esta um verdadeiro formigueiro, tive a impressão de que os livros não eram a atração principal e sim as filas, tinha fila para tudo, autógrafos, fotos com escritores, entrada nos stands, saída dos stands, comprar livros, ver livros, tirar foto com uma estátua, banheiro, comida, água, sorvete e até fila para pegar fila tinha.

Quando pensei que tudo estava perdido, inclusive minha bateria de celular, eis que decidir arriscar uma palestra, afinal pelo menos curtir um ar condicionado seria interessante, então tivemos um "achado".
Uma palestra sobre ilustração brasileira que foi interessante, se não fosse o medo constante de toda a estrutura de madeira desabar aos meus pés. Sério gente, as "salas" de eventos são todas provisórias e feitas de madeira (reparem nos detalhes da foto), com isso cada pessoa que se movia a estrutura rangia e eu ficava com o coração apertadinho, com isso resolvi abandonar a palestra no meio, afinal, segurança em primeiro lugar.
Como o pavilhão ainda estava fervendo resolvi buscar abrigo e conseguimos um esconderijo ultra secreto (não adianta perguntar porque não conto) com ar condicionado E fonte de energia, então foi a vez de recarregar a bateria (do celular que estava em apenas 3 míseros %), só por volta das 18 horas resolvi me arriscar novamente pelo pavilhão, que ainda estava cheio. Me perdi de todos, e obviamente não conseguia encontrar ninguém porque o celular simplesmente não funcionada, nada além do 4G, o que também não me resolveu muita coisa.

Quase 2 horas pedida, sozinha, com medo da multidão, com cede, fome, sono e cansaço eis que começo a reencontrar meus amigos (obrigadaaaaa), e para ajudar o pavilhão finalmente começou a esvaziar (YAY!) foi então que consegui fazer tudo o que queria, visitar os stands conversar com o pessoal das editoras e ser feliz.

Foi um dia exaustivo e pouco produtivo de feira, mas nada paga o fato de estar com os amigos e editoras que tenho tanto carinho. Agora deixa eu correr que mais um dia de Bienal do Livro me aguarda.


SALDO DIA #1

Quem for na Bienal do Livro hoje e quiser marcador do FLS é só me procurar, enquanto eu tiver marcadores em mãos estarei distribuindo.

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