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Filmes: Cinderela

20 de abril de 2015


Título Original: Cinderella
Gênero: Fantasia
Ano: 2015
Duração: 104 minutos
Direção: Kenneth Branagh
Distribuição: DISNEY / BUENA VISTA
Nota pessoal: 2
Site Oficial

Sinopse
Após a trágica e inesperada morte do seu pai, Ella fica à mercê da sua terrível madrasta, Lady Tremaine, e suas filhas Anastasia e Drisella. A jovem ganha o apelido de Cinderela e é obrigada a trabalhar como empregada na sua própria casa, mas continua otimista com a vida. Passeando na floresta, ela se encanta por um corajoso estranho, sem desconfiar que ele é o príncipe do castelo. Cinderela recebe um convite para o grande baile e acredita que pode voltar a encontrar sua alma gêmea, mas seus planos vão por água abaixo quando a madrasta má rasga seu vestido. Agora, será preciso uma fada madrinha para mudar o seu destino...




Crítica:
Apesar de ser um live-motion de um filme de princesa, confesso que pelo fato de se tratar de Cinderela e também pelos trailers vistos eu não estava com grandes expectativas, porém ao chegar ao cinema, me preparar para ver o filme e dar de cara com um curta metragem de Frozen, que nos conta uma "história" completamente desnecessária sobre o resfriado de Elsa no dia do aniversário de Anna, eu realmente pensei que poderia morrer a qualquer momento de inanição, pois não tinha vontade de fazer mais nada na vida, nem mesmo respirar. Exageros a parte eu realmente dei uma desanimada com esse curta. Mas vamos ao filme...
Definitivamente não é um filme que eu assistiria novamente, não que ele seja ruim, ele é visualmente bonito, bastante colorido e recheado de detalhes, um verdadeiro banquete para os olhos. Em contrapartida, o elenco não me agradou, não senti conexão entre o casal protagonista, nem com as demais personagens, a exceção da madrasta interpretada por Cate Blanchett que simplesmente roubou a cena, como ela tem o dom de fazer, afinal ela sempre arrasa em suas personagens, vê-la como vilã nesse filme realmente salvou o dia.
Achei que o filme exagerou no figurino da princesa, que ficou demasiado infantil, pelo menos para meu gosto. A exemplo seu clássico vestido azul, ele é lindo, porém cheio de borboletas, que mulher veste um vestido cheio de borboletas? Sinceramente só consigo imaginar uma criança vestida dessa forma (esses comentários não tem qualquer relação com minha aversão, para não dizer medo, de borboletas), além disso seu vestido de casamento me lembrou muito o vestido usado por Angelina Jolie em seu casamento com Brad Pitt, e ainda assim não consegui achar tão bonito quanto, portanto ficou um tanto forçado ao meu ver. Já as demais roupas usadas pela personagem, apesar de valorizarem muito o colo (para não dizer seios) da atriz, eram mais condizentes com o clássico. 
Esse é o tipo de filme que fico sem muito o que dizer, pois ele não chega a ser ruim a ponto de eu ter diversas críticas negativas a pontuar, assim como não é bom o suficiente para me deixar empolgada para escrever linhas e mais linhas. Definitivamente não é um filme que recomendo.

Curiosidades:
É um equívoco comum que de Cinderela (1950) e, posteriormente, Cinderela (2015) cortarem alguns dos elementos mais violentos e perturbadores do conto de fadas dos Irmãos Grimm (tal como as irmãs cortarem seus calcanhares e dedos dos pés, a fim de caber no sapatinho e os pássaros bicando seus olhos), com o intuito de tornar o filme mais familiar. Na verdade, a Disney não baseou o filme original em "Aschenputtel" dos Irmãos Grimm (século 19), mas sim em "Cendrillon", escrito por Charles Perrault em 1697. A versão de Perrault inclui a fada madrinha e a abóbora, que estão ausentes da versão Grimm, excluindo também alguns dos elementos mais sinistros. Ambos Cinderela (1950) e Cinderela (2015) creditam o filme como baseado na história de Perrault.

Fonte: Adoro Cinema

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