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Filmes: O Hipnotista

14 de setembro de 2015


Título Original: Hypnotisören
Gênero: Suspense Policial
Ano: 2015
Duração: 122 minutos
Direção: Lasse Hallström
Distribuição: Svensk Filmindustri AB
Nota pessoal: 3

Sinopse
Uma família é assassinada, restando apenas um garotinho traumatizado. A polícia tenta extrair as memórias dele, mas o trauma afeta sua capacidade de contar o que aconteceu. Assim, é contratado um terapeuta hipnotista para auxiliar na tarefa, que acaba revelando algo muito pior do que todos pensavam.



Crítica:
Vou começar direto no ponto positivo do filme, ele superou o ponto negativo do livro. Os flashbacks incessantes encontrados no livro não existem no filme (obrigada produtores), esse foi um ponto extremamente negativo no livro, pois tornou a trama cansativa demais, porém no filme esse ponto foi deixado 100% de lado e sinceramente não fez a menor falta.
Porém apesar de ter superado o ponto negativo do livro o filme ainda assim não foi um grande sucesso no meu conceito. É um filme morno, pouco envolvente e sem carga emocional para me deixar a flor da pele.
Por ser um filme sueco esperava que fosse ficar na beirada do sofá pedindo por mais (acontece que não tenho sofá, então melhor falar poltrona), mas nem na beirada da poltrona fiquei. Apesar de ter lido o livro eu realmente não me recordava de muita coisa, pois já tem quase 4 anos que li e realmente não foi um livro que me marcou para que eu recordasse de todos os pontos da trama, e por isso daria sim para me deixar na beirada da poltrona se a trama fosse envolvente.
Por não lembrar muito do livro não posso dizer se o filme foi ou não fiel ao mesmo, mas no contexto geral acredito que sim. O mais importante de tudo é que cada um tem seu pecado e acredito que juntos eles se completam, recomendo os dois sem dúvida.

Curiosidades:
O filme sueco foi originalmente produzido e lançado em 2012, porém no Brasil o mesmo chegou somente em 2015 direto em DVD e agora disponível no Netflix. Este é adaptação do homônimo publicado pela Editora Intrínseca em 2011, resenha aqui.

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